🏢 Como os ETFs de FIIs podem ganhar tração? A resposta está na equiparação tributária, segundo a XP. Confira a opinião de Danilo Gabriel, da XP Asset, em matéria da Infomoney.
💸 ETFs atrelados ao IPCA são porta de entrada para ganhos reais: e quem afirma isso é uma das reportagens mais recentes sobre ETFs no Valor Investe. Clique para ler.
👀 Não abriu a edição passada? Leia a estreia dos nossos dois novos colunistas da Nu Asset, que já chegaram provocando: “não existe investimento passivo”.
“O ETF mais barato nem sempre é o melhor ETF”.
Em sua coluna quinzenal para a tudoETF, Renato Eid, gestor da Itaú Asset Management, convida o investidor a não olhar um aspecto só na hora de lançar sua ordem de compra.
Do alinhamento com os seus objetivos de investimentos à estratégia utilizada pelo índice, passando pela liquidez dos ativos que compõem o fundo, a escolha de um ETF deve ser uma decisão bem informada.
Clique para ler: “Como escolher um ETF? Preste atenção nos detalhes” ↗️
Quem confirmou foi a B3. Segundo notícia publicada recentemente pelo E-Investidor, a bolsa brasileira flexibilizou os benefícios que ETFs de renda fixa podem oferecer, incluindo agora a distribuição de proventos.
Segundo o comunicado, os ganhos poderão ser distribuídos, no mínimo, de forma mensal, sempre respeitando a política estabelecida no regulamento do fundo. Para quem é trader, cabe saber que os ETFs de renda fixa com proventos não poderão ser usados como garantia e empréstimo em outras negociações na bolsa.
Os ETFs de renda fixa local representam R$ 12,6 bi dos R$ 63,6 bi investidos em ETFs pelos brasileiros e talvez essa medida da B3 venha para aumentar o apetite do investidor pela classe.
A Selic pode ter interrompido seu ciclo de alta, mantendo os juros em 15% ao ano na última reunião, mas levará algum tempo para vermos o fim do que o portal Seu Dinheiro chamou de era de ouro da renda fixa.
E mesmo assim... quantas pessoas sabem da existência e dos benefícios dos ETFs de renda fixa? A educação é um dos principais obstáculos que o mercado de ETFs enfrenta. O mesmo movimento de stock picker para investidor em índice pode acontecer com o brasileiro em relação à sua fatia de renda fixa na carteira.
Para isso, precisamos relembrar que, mesmo listados na bolsa, ETFs não são apenas investimentos de renda variável. E as opções em renda fixa ainda contam com seus benefícios particulares.
Além de reterem, no saque, o IR sobre o lucro (dispensando a burocracia da DARF), os fundos listados não sofrem com come-cotas. Vale também destacar o ganho com o reinvestimento automático: para um ETF com títulos com vencimentos superiores a dois anos, o imposto não passa de 15%, independentemente de quando for liquidado.
Por outro lado, ao fim do vencimento de um Tesouro IPCA, por exemplo, o investidor precisa entrar na tabela regressiva novamente caso queira investir novamente, começando sua jornada tributária em 22,5%.
Seguindo o gancho da notícia anterior, dedicamos essa seção para os assessores e demais profissionais de investimentos que acompanham a tudoETF. O jornalista Nick Gallo, da Investopedia, publicou na semana passada um compilado de dicas intitulado “Como ajudar seu cliente a ganhar confiança no investimento em ETFs”.
(Isso mostra, aliás, que não precisamos ter síndrome de vira-lata: até o investidor gringo segue em fase de aprendizado, mesmo que os ETFs tenham se consolidado há muito mais tempo fora do Brasil).
Como algumas dicas se apoiam na realidade estadunidense, como a popularidade dos ETFs de gestão ativa, trouxemos para a edição os conselhos que valem para qualquer profissional. Ao final, deixamos o link do conteúdo completo.
Eric Croak, planejador CFP® entrevistado pelo portal, conta: “Eu digo para meus clientes que ETFs são como playlists. Você não escolhe as músicas que quer ouvir separadamente, mas acessa uma curadoria selecionada a partir de um tema.” Essa é a ponte para aproximar a compreensão de ETF da noção de fundo de investimentos, tranquilizando quem tem medo de investir diretamente na bolsa.
Se são tão semelhantes a fundos tradicionais, por que os ETFs estão se popularizando? Aqui, a reportagem sugere a menção aos benefícios que os ETFs trazem, como a negociação ao longo do pregão: “longe de ser um sinal de maior risco, essa possibilidade dá aos investidores maior flexibilidade.”
Outro ponto que a tudoETF adiciona é a comparação com as altas taxas. Aprendemos, mais cedo, que não se escolhe ETF somente por conta da taxa. Mas, na comparação com fundos tradicionais, esse ponto é crucial: enquanto muitos brasileiros ainda investem em fundos com 2% de taxa de gestão anual e 20% sobre a performance, ETFs brasileiros apresentam custos anuais mais eficientes, na casa dos 0,20% a 0,50%.
Nas palavras de Eric Croak: “as pessoas acostumadas com fundos tendem a entrar em pânico vendo os movimentos nos preços das cotas dos ETFs. Eu explico que a mudança de preço ao longo do dia não torna o ETF um investimento mais arriscado. [...] A volatilidade está sempre presente. Os ETFs apenas não a escondem.”
O portal complementa o conselho com aquela dica já conhecida, mas que nunca perde a importância: para quem segue a filosofia buy-and-hold, a melhor atitude é ignorar o ruído do mercado no curto prazo.
Clique para ler o artigo completo (em inglês). Gostamos especialmente dessa frase: “ETFs can be a powerful tool for building trust with clients.” Torcemos para que mais assessores vejam os ETFs dessa maneira.